
Nesta página você poderá conferir uma crítica completa do filme Warcraft – O primeiro Encontro de Dois Mundos.
O primeiro projeto de grande escala e alta divulgação do visionário diretor Duncan Jones é um sucesso incrível, que traz ao cinema todo o vasto e belíssimo mundo de Azeroth.
Warcraft parece ter feito o impensável: superou os efeitos especiais incríveis de Avatar (James Cameron, 2009) e quebrou, finalmente, a maldição dos vídeo-games no cinema, trazendo uma adaptação que com certeza agradará aos fãs mais pesados da franquia e introduzirá muitas novas pessoas ao seu universo.
Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos começa já puxando os espectadores para o universo de Warcraft, mostrando a terra desolada dos Orcs, seguindo pelas belas cidades de Azeroth.
Os principais membros de cada facção, Durotan, líder do clã Froswolf da Horda, e Anduin Lothar, Capitão da Aliança, são os que mais recebem atenção no filme e se ligam fortemente com o público rapidamente por suas personalidades fortes.
O filme também nos permite criar laços com outros personagens, por exemplo Garona, Orgrim Doomhammer, Blackhand, Gul’dan, Llane Wrynn e Medivh todos recebendo tempo e oportunidade de brilhar. As atuações respectivas de Paula Patton, Robert Kazinsky, Clancy Brown, Daniel Wu, Dominic Cooper e Ben Foster não deixaram a desejar, assim como Travis Fimmel e Toby Kebbell fizeram jus a Anduin e Durotan.
Mesmo com os nomes complexos e locações fantasiosas, Warcraft conseguiu manter um sentimento de realidade, não sobre-complicando coisas desnecessárias e passando informações fortes quando era necessário. As motivações das facções rivais são bastante claras e é difícil estabelecer quem está certo ou errado, fazendo o conflito ainda mais interessante.
Toda a imersão impressionante do filme só pôde acontecer graças aos trabalhos incríveis dos atores, diretor e também da trilha sonora, que martela de vez os sentimentos evocados pelas cenas, sem mencionar os efeitos especiais, maquiagem e design de figurino, que são usados com maestria. Os efeitos especiais com certeza merecem um Oscar, pois ultrapassam até mesmo a qualidade insana de Avatar.
Warcraft não é um filme perfeito, algumas coisas acabaram não caindo exatamente como se esperava. Um exemplo é o personagem Hadggar(Khadgar no inglês original), interpretado por Ben Schnetzer. Embora a atuação não foi ruim, o personagem parecia deslocado no universo e, ao contrário dos outros personagens, não tinha uma motivação sólida explicada no filme. Sua linha de história foi a mais fraca, um problema ampliado pela sua importância para a história maior do universo.
Um problema menor é a continuidade falha gerado pela escolha estilística de Duncan Jones de como estabelecer a diferença linguística entre o comum da Aliança e o orquês da Horda, gerando uma pequena confusão de quanto os orcs conhecem da cultura humana.
Warcraft é um filme que agradará fãs antigos e trará fãs novos. Com efeitos especiais que podem vir a serem lembrados como os melhores da história, não há como um fã de fantasia, muito menos dos jogos da franquia, ficar decepcionado.
Warcraft é tudo que esperávamos e mais. Um filme que abre os portais para todo um novo universo fantasioso de tamanho que há tempos não vemos nos cinemas.
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Parabéns pela análise! Ingressos a mão.
Passei ontem no blog das peppas pig, e ja estavam criticando o Gabriel Jesus kkkkkk falando do Borja. Mó babaçao de ovo.
isso é coisa de time bi-rebaixado e sem mundial. torcidinha modinha. O mlk com pouco tempo de profissional e já é titular da seleção brasileira e disputa a artilharia do campeonato.
Esse Borja é bom, mas la no ptd é um Deus kkkkkkk. já estão pedindo a cabeça do cara de choro
quando o torcedor é modinha ele so olha os gols. de fato ele não vem jogando bem, mas se tu pegar as estatísticas, ele participa da maioria dos lances. Tu não viu no site do lance?
Tbm, esperar o que de um time q tem seus títulos por fax? Kkkkkkkkkkkkk
Kkkkkkkkkkkk
SRN.