Pontos Turísticos Belém – Turismo PA – Pará

Lucyanna Melo - 19/04/2016 Atualizada - 09/10/2016 20h09

Vizinho da apreciada Floresta Amazônica, o estado do Pará compartilha de suas belezas e biodiversidade. Sua capital, Belém, transborda cultura e uma gastronomia rica e única, com ingredientes típicos, encontrados na imensa mata.

Banhado por rios, praias, tranquilidade, lazer e diversas atividades radicais, o Pará fica localizado na região Norte do país, conhecida, além das belezas naturais, por suas chuvas constantes e calor intenso.

Vale a pena conferir os pontos turísticos de Belém – Pará que o Confira Mais selecionou e que não podem ficar de fora do seu roteiro. É importante não esquecer de atentar para o calendário de chuvas da região antes de planejar sua viajem.

Alter do Chão

Alter do Chão, no Pará. (Foto: Ido B.)

Alter do Chão, no Pará. (Foto: Ido B.)

Conhecida também como Caribe Amazônico, a praia de Alter do Chão só aparece no período de vazante do rio Tapajós – entre os meses de agosto e janeiro – e tem água doce de cor azul-turquesa e areia branquinha. Alter é uma aldeia de pescadores a 35 quilômetros de Santarém, em meio à selva.

De uma beleza extraordinária, a praia tornou-se parada obrigatória dos cruzeiros que navegam pela bacia do rio Amazonas. Os programas na praia incluem curtir a culinária local, baseada nos peixes do rio Tapajós e nas frutas locais, como o açaí. Pela tarde, os visitantes não podem deixar de embarcar nas canoas e velejar pelo rio, aproveitando o pôr do sol.

Estação das Docas

Estação das Docas, no Pará. (Foto: Gustavo Damasceno)

Estação das Docas, no Pará. (Foto: Gustavo Damasceno)

Um abandonado conjunto de armazéns do porto, às margens da baía do Guajará. Atualmente, tais armazéns vêm passando por uma repaginada arquitetônica, mas sendo preservado suas características históricas. A estrutura em ferro inglês se transformou em um espaço cultural e gastronômico. Com diversos bares e restaurantes, tornou-se parada obrigatória para os turistas que buscam apreciar a comida típica. Além disso, o espaço conta com exposições de arte e cinema.

Mercado Ver-o-Peso

Mercado Ver-o-Peso, no Pará. (Foto: Mauricio Mercer)

Mercado Ver-o-Peso, no Pará. (Foto: Mauricio Mercer)

O mercado Ver-o-Peso, de arquitetura impressionante, é o ponto de encontro dos moradores locais e o melhor lugar para os turistas apreciarem os exóticos sabores e aromas do Pará, na capital Belém. Além de ponto de encontro e parada obrigatória, é considerado a maior feira ao ar livre da América Latina e um dos mercados mais antigos do Brasil, inaugurado em 1901.

Nas centenas de barraquinhas encontra-se de tudo: variadas frutas locais, temperos, ervas e o tradicional tacacá, um caldo feito com tucupi (goma de mandioca), jambu (erva local), camarão seco e pimenta-de-cheiro.

Mangal das Garças

Mangal das Garças, no Pará. (Foto: Castelo Branco)

Mangal das Garças, no Pará. (Foto: Castelo Branco)

O Parque Naturalístico Mangal das Garças foi criado pelo Governo do Pará em 2005, com o objetivo de revitalizar a área às margens do Rio Guamá, aos redores do Centro Histórico de Belém; o parque é um grande centro de preservação da flora e fauna nativa, cuidando de árvores centenárias e de alguns animais, em um pequeno zoológico. O espaço também recebe animais visitantes.

Mangal das Garças - Pará (Foto: Marcos Eduardo e Lima)

Mangal das Garças – Pará (Foto: Marcos Eduardo e Lima)

Cerca de 50 a 60 garças visitam regularmente o Viveiro. Elas são atraídas por um lago artificial, criado especialmente com esse intento. O espaço conta com um Memorial, que conta sua história e da mata ao redor; além de possuir uma visita monitorada e programações especiais. Confira mais: http://www.mangalpa.com.br/

Ilha de Marajó

Ilha de Marajó - Pará (Foto: Bon Adrien)

Ilha de Marajó – Pará (Foto: Bon Adrien)

Considerada a maior ilha fluvio-marinha do mundo, a Ilha de Marajó é banhada pelo oceano Atlântico e pelos rios Amazonas e Tocantins. A Ilha é repleta de matas, rios, campos, mangues e igarapés, um pedaço quase intacto da selva amazônica. Para chegar a ilha é necessário pegar um barco na capital, Belém; são quase três horas de navegação, valendo cada minuto quando se chega no paraíso.

Os visitantes são recepcionados pelas melhores praias – do Pesqueiro, Barra Velha e Joanes. O arquipélago além de oferecer tranquilidade e excelentes vistas para fotografias, tem diversas atividades: observação de guarás – ave típica de penas vermelhas -pesca, a focagem de jacarés e passeios de barco pelos igarapés.

(Foto: Igor Maneschy)

(Foto: Igor Maneschy)

Os fãs dos esportes de aventura também se divertem, com a prática de caminhadas na selva, rafting e ciclismo pelas praias. Os turistas não podem deixar de visitar o Museu do Marajó, onde a cultura do arquipélago pode ser apreciada, com artesanato e a arte da cerâmica estilizada, herança deixada pelos índios marajoaras. Antes de planejar sua viajem, confira o calendário de chuvas intensas da região, assim o aproveitamento do passeio será melhor. Ilha de Marajó – Tô de Folga: https://www.youtube.com/watch?v=6_Kwrjqx8og

Santarém

Santarém - Pará (Foto: Lúcia Barreiros da Silva)

Santarém – Pará (Foto: Lúcia Barreiros da Silva)

Santarém é hoje a terceira maior cidade no estado do Pará, localizada a 1.316 km da capital Belém; a cidade era uma antiga aldeia dos índios Tapajós. Apesar do desenvolvimento, a população mantém as tradições indígenas, principalmente por conta da localização privilegiada da cidade, na confluência entre os rios Tapajós e Amazonas. Lado a lado com a Amazônia, compartilha de sua biodiversidade: áreas de floresta tropical, igapós e cerrado, além do encontro das águas azuis do Rio Tapajós com as águas barrentas do Amazonas.

Os rios correm lado a lado por vários quilômetros sem se misturar e podem ser vistos do mirante de Santarém; além da beleza, os visitantes podem aproveitar as praias que os rios formam, como a Praia Grande e Alter do Chão, cartão postal da cidade. Os passeios de barco são tradição, além de passar nas feiras de artesanato que comercializam a arte das tribos Tapajós.
Assinatura Colunista Lucyanna

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