
Braço do Rio Amazonas, Rio Madeira corta a capital. Foto: Agência Brasil/Reprodução
Porto Velho tem 494 mil moradores (de acordo com o censo 2013 do IBGE). A história do município se mistura à criação da ferrovia Madeira Mamoré, já que a empresa que estava à frente da empreitada fundou Porto Velho, em 1907. Mas foi apenas em 1914 que o lugar passou a figurar legalmente no mapa do país e, em 1943, se transformou na capital de Rondônia. O Confira Mais destacou sete pontos turísticos da cidade.
Se a história de Porto Velho é ligada à construção de uma ferrovia, o Museu Ferroviário Madeira Mamoré ganha ares de roteiro indispensável para conhecer as origens de Rondônia. O equipamento conta a história da construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (E.F.M.M.) e tem no acervo um trem Maria Fumaça.
Também conhecidas como as Três Marias, as três caixas d’água (ficam na praça homônima, no Centro) foram construídas de 1910 a 1912, por uma empresa internacional dos Estados Unidos. Os objetos têm capacidade para armazenas até 200 mil litros cada e abasteceram Porto Velho até o ano de 1957. Hoje se transformaram em um símbolo e estampam a bandeira e o brasão do município. O local onde estão as Três Marias também é palco cultural e recebe shows no final de semana.
Porto Velho se liga às capitais Belém e Manaus pelo rio. O Rio Madeira, que é o braço direito principal do Rio Amazonas, ficou conhecido pela quantidade de ouro que trazia no leito, levando até 30 mil garimpeiros para extração do metal.
A figura por trás do marechal que dá nome ao estado de Rondônia ganhou uma homenagem na capital. O Memorial Rondon (localizado na estrada de Santo Antônio), inaugurado em dezembro de 2015, conta a história do Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon através de fotos, textos, documentos e objetos que pertenceram ao militar, responsável pela iniciativa de construir uma linha telegráfica entre o Mato Grosso e Rondônia, em 1915. Informações: (69) 3216-2438.
Histórico, o Palácio Getúlio Vargas funcionou como prédio administrativo até 2015, mas agora se transformará no Museu Palácio da Memória Rondoniense. O prédio também receberá o acervo do Prédio do Relógio, onde está localizado o Museu Estadual de Rondônia, na Avenida Sete de Setembro. O conjunto arquitetônico é de 1949 e leva o nome do ex-presidente que criou o território do Guaporé, onde hoje está Rondônia.
De 1948 a 1957, o primeiro hotel da capital de Rondônia ficou em funcionamento no atual prédio da Universidade Federal do estado (na Praça Getúlio Vargas, s/nº). Só a partir de 1970 que o local passou a ter função administrativa, com a instalação de uma secretaria municipal, que depois foi anexada à universidade.
Antigo Mercado Público, o atual Mercado Cultura foi praticamente destruído no século passado, mas uma reforma trouxe infraestrutura com anfiteatro, praça de alimentação e lojas de artesanato para o lugar, que recebe shows de artistas locais geralmente aos fins de semana.
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